Os bispos da União Européia tem expressado consternação pelo fato de o Parlamento Europeu não incluir um debate a respeito do trabalho aos domingos em sua Diretriz de Horas de Trabalhado. O parlamento está atualmente discutindo durante a Segunda Leitura a revisão da Diretriz de Horas de Trabalho de 2003. No dia 22 de outubro, sete membros do parlamento colocaram em pauta emendas para a recomendação do relator Alejandro Cercas, declarando que o período mínimo de descanso semanal "deveria em princípio incluir o domingo".
Eles também destacaram a importância de um domingo livre de atividades para a preservação da saúde dos trabalhadores, dizendo: "A probabilidade de doenças em empresas que exigem que seus funcionários trabalhem aos domingos é maior do que em companhias que não o fazem. A saúde dos trabalhadores depende, entre outros fatores, de suas oportunidades de reconciliar sua vida profissional e familiar, para estabelecer e manter laços sociais e suprir suas necessidades espirituais. Domingo, como o dia tradicional de descanso, contribui para esses objetivos mais do que qualquer outro dia da semana.
Em sua justificativa, os parlamentares apontam para o fato de que "faltas e licenças-médicas têm crescido significativamente em empresas que trabalham aos domingos". Esse impacto negativo na saúde dos funcionários "é principalmente por causa dos efeitos em sua vida social, especialmente familiar". Domingo "é a escolha natural para atividades familiares, pois creches e escolas estão fechadas".
Se o Parlamento quiser levar a sério o objetivo de reconciliar vida profissional e familiar – meta explicitamente mencionada na Diretriz – faria sentido concluir o esboço atual adicionando uma cláusula sobre o domingo como dia semanal de descanso.
O Commission of the Bishops' Conferences of the European Community está encorajando os membros do Parlamento Europeu a usar as Regras de Procedimento do órgão para autorizar um debate e vote a favor do domingo no Plenário de 16 de dezembro.
(Independent Catholic News)
Nota Michelson Borges: Há um século, Ellen White escreveu: “Mas, ao ser a questão da obrigatoriedade da observância do domingo amplamente agitada, vê-se aproximar o fato há tanto tempo duvidado e descrido, e a terceira mensagem produzirá um efeito que antes não seria possível produzir” (O Grande Conflito, p. 606).
“Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. A liberdade de consciência, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada. No conflito prestes a se desencadear, veremos exemplificadas as palavras do profeta: ‘O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.’ Ap 12:17. ... A afirmação de que os juízos divinos caem sobre os homens por motivo de violarem o repouso dominical, será repetida. Já se ouvem vozes neste sentido. E o movimento para impor a observância do domingo está rapidamente ganhando terreno” (Ibidem, p. 592, 580).
Leia também: “European Working Time Directive”
Nota NFF: Há um crescente debate entre as nações e uma fermentação constante sobre uma observância do dia do domingo como dia da família e dia da mãe terra, uma saída para os problemas mundiais. Essa fermentação não será em vão, tem atingido a opinião de pessoas célebres como Al Gore, que esteve presente na última reunião da CG (Coligação Cristã da América) entre outros presidentes e embaixadores. A igreja católica começou a movimentar a locomotiva que já se encontra sob os trilhos e uma lei universal é apenas uma questão de tempo. Infelizmente estamos ainda dormindo enquanto que o diabo trabalha sob nossas costas. Quem irá despertar a tempo?
sábado, 29 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
UMA LIÇÃO DO PASSADO

A oposição é o quinhão de todos aqueles a quem Deus emprega para apresentar verdades especialmente aplicáveis a seu tempo. Havia uma verdade presente nos dias de Lutero, verdade de especial importância naquele tempo; há uma verdade presente para a igreja hoje. Esta, porém, não é hoje desejada pela maioria, mais do que o foi pelos romanistas que se opunham a Lutero. Há, para aceitar teorias e tradições de homens, em vez da Palavra de Deus, a mesma disposição das eras passadas. O espírito do mundo não está hoje mais em que harmonia com o espírito de Cristo do que nos primitivos tempos, e os que pregam a Palavra de Deus em sua pureza não serão recebidos agora com maior favor do que o foram naquele tempo. As maneiras e aposições à verdade podem mudar, a inimizade pode ser menos manifesta, porque é mais arguta; mas o mesmo antagonismo ainda existe, e se manifestará até o fim do tempo.
LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA AMEAÇADA
O romanismo é hoje olhado pelos protestantes com muito maior favor do que anos atrás. Há crescente indiferença com relação às doutrinas que separam as igrejas reformadas da hierarquia papal e ganha terreno a opinião de que, em última análise, não diferimos tão grandemente em pontos vitais como se supunha e de que pequenas concessões de nossa parte nos levarão a melhor entendimento com Roma. Houve tempo em que os protestantes davam alto valor à liberdade de consciência a tão elevado preço comprada. Ensinavam os filhos a aborrecer o papado, e sustentavam que buscar harmonia com Roma seria deslealdade para com Deus. Mas quão diferentes são sentimentos hoje expressos!
Os defensores do papado asseveram que a igreja foi caluniada e o mundo protestante inclina-se a aceitar esta declaração. Muitos insistem em que é injusto julgar a igreja de hoje pelas abominações e absurdos que assinalaram seu domínio durante os séculos de ignorância e trevas. Desculpam sua horrível crueldade como sendo o resultado da barbárie dos tempos, e alegam que a influência da civilização moderna lhe mudou os sentimentos.
Olvidaram estas pessoas a pretensão da infalibilidade sustentada há oitocentos anos por este altivo poder? Longe de ser abandonada, firmou-se esta pretensão no século XIX de modo mais positivo que nunca dantes. Visto como Roma assevera que a igreja "nunca errou, nem, segundo as Escrituras, errará jamais" (História Eclesiástica Mosheim, livro 3, século XI, parte 2, cap. 2, nota 17), como poderá ela renunciar aos princípios que lhe nortearam a conduta nas eras passadas?
A igreja papal nunca abandonará a sua pretensão à infalibilidade. Tudo que tem feito em perseguição dos que lhe rejeitam os dogmas, considera ela estar direito; e não repetiria os mesmos atos se a oportunidade se lhe apresentasse? Removam-se as restrições ora impostas pelos governos seculares, reintegre-se Roma ao poderio anterior, e de pronto ressurgirá a tirania e perseguição.
Um conhecido escritor refere-se nos seguintes termos à atitude da hierarquia papal no que respeita à liberdade de consciência e aos perigos que ameaçam especialmente os Estados Unidos pelo êxito de sua política: "A Constituição dos Estados Unidos garante a liberdade de consciência. Nada se preza mais ou é de maior transcendência. O Papa Pio IX, na encíclica de 15 de agosto de 1854, disse: "As doutrinas ou extravagâncias absurdas e errôneas em defesa da liberdade de consciência, são erros dos mais perniciosos - uma peste que, dentre todas as outras, mais deve ser temida no Estado.' O mesmo Papa. na encíclica de 8 de dezembro de 1854, anatematizou "os que defendem a liberdade de consciência e de culto" e também, "todos os que afirmam que a Igreja não pode empregar a força."
"O tom pacífico usado por Roma nos Estados Unidos não implica mudança de coração. É tolerante onde é impotente. Diz o Bispo O'Connor: "A liberdade religiosa é meramente suportada até que o contrário possa ser levado a efeito sem perigo para o mundo católico."... O arcebispo de São Luís disse certa vez: "A heresia e a incredulidade são crimes; e em países cristãos como a Itália e a Espanha, por exemplo, onde todo o povo é católico e onde a religião católica é parte essencial da lei da nação, são elas punidas como os outros crimes."...
"Todo cardeal, arcebispo e bispo da Igreja Católica, presta para com o papa um juramento de fidelidade em que ocorrem as seguintes palavras: 'Combaterei os hereges, cismáticos e rebeldes ao dito senhor nosso (o Papa), ou seus sucessores e perseguí-los-ei com todo o meu poder' " Josiah Strong-Our Country cap.5, par. 2-4.
É certo que há verdadeiros cristãos na comunhão católico-romana. Milhares na dita igreja estão seguindo a Deus segundo a melhor luz que possuem. Não distinguem a verdade, nunca viram o contraste entre o verdadeiro culto prestado de coração e um conjunto de meras formas e cerimônias. Deus olha para estas almas com compadecida ternura, educadas como são em uma fé que é ilusória e não satisfaz. Fará com que raios de luz penetrem as densas trevas que as cercam. Revelar-lhes-á a verdade como é em Jesus.
OS PROTESTANTES ESTÃO FECHANDO OS OLHOS
Os protestantes têm-se intrometido com o papado, patrocinando-o; têm usado de transigência e feito concessões que os próprios romanistas se surpreendem de ver e não compreendem. Os homens cerram os olhos ao verdadeiro caráter do romanismo e aos perigos que se devem recear com a sua supremacia. O povo necessita ser despertado a fim de resistir aos avanços deste perigosíssimo inimigo da liberdade civil e religiosa.
Mas o romanismo, como sistema, não se acha hoje em harmonia com o Evangelho de Cristo mais do que em qualquer época passada de sua história.. As igrejas protestantes estão em grandes trevas, pois do contraído discerniriam os sinais dos tempos. São de grande alcance os planos e modos de operar da Igreja de Roma. Emprega todo expediente para estender a influência e aumentar o poderio. A Igreja de Roma apresenta hoje ao mundo uma fronte serena, cobrindo de justificações o registro de suas horríveis crueldades. Vestiu-se com
roupagens de aspecto cristão; não mudou, porém. Todos os princípios formulados pelo papado em épocas passadas, existem ainda hoje. As doutrinas inventadas nas tenebrosas eras ainda são mantidas. Ninguém se deve iludir. O papado que os protestantes hoje se acham tão prontos para honrar é o mesmo que governou o mundo nos dias da Reforma, quando homens de Deus se levantavam, com perigo de vida. a fim de denunciar sua iniqüidade. Possui o mesmo orgulho e arrogante presunção que dele fizeram senhor dos reis e príncipes, e reclamaram as prerrogativas de Deus.
Cingiu-se com vestes como as de Cristo, mas em realidade não mudou. Todos os princípios formulados pelo papado em épocas passadas subsistem em nossos dias.
A APOSTASIA DOS ÚLTIMOS TEMPOS
O papado é exatamente o que a profecia declarou que havia de ser: A te apostasia dos últimos tempos (2 Ts. 2:3, 4.). Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas, sob a aparência variável do, camaleão, oculta o invariável veneno da serpente. "Não se deve manter a palavra empenhada aos hereges, nem com pessoas suspeitas de heresias", declara Roma. História do Concílio de Constança, de Lenfant, vol. I, pa,g.516. Deverá esta potência, cujo registro milenar se acha escrito com o sangue dos santos, ser hoje reconhecida como parte da igreja de Cristo?
Não é sem motivo que se tem feito, nos países protestantes, a alegação de que o catolicismo difere hoje menos do protestantismo do que nos tempos passados. Houve uma mudança; mas esta não se verificou no papado. O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma. Tendo estado as igrejas protestantes à procura do favor do mundo, a falsa caridade lhes cegou os olhos. Não vêem senão que é direito julgar bem de todo o mal; e, como resultado inevitável, julgarão finalmente mal de todo o bem. Em vez de permanecerem em defesa da fé que uma vez foi entregue aos santos, estão hoje, por assim dizer, justificando Roma, por motivo de sua opinião inclemente para com ela, rogando perdão pelo seu fanatismo.
Já é hora de os protestantes irem ao seu pastor (o papa) e dizerem: Que temos de fazer para voltar à casa?" Dr. Robert Schuller, Los Angeles Herald Examiner, 19 de setembro de 1987.
"Os cabeças das igrejas protestantes Americanas e Ortodoxas que estavam reunindo-se com o Papa João Paulo II na sexta-feira, aclamaram sua primeira, largamente representativa discussão, como um sinal no caminho, para uma grande unidade... O reverendo Donald Jones, metodista e presidente do departamento de estudos religiosos da Universidade de Carolina do Sul, a qualificou como á reunião ecumênica mais importante deste século' ... O reverendo Paul A. Crown Jr., de Indianápolis, oficial ecumênico da Igreja Cristã (Discípulos de Cristo), chamou-a `um novo dia no ecumenismo' abrindo um futuro no qual Deus está unindo. " The Montgomery Advertiser, 12 de setembro de 1987.
Uma classe numerosa, mesmo dentre os que consideram o romanismo sem favor, pouco perigo percebe em seu poderio e influência. Muitos insistem que as trevas intelectuais e morais durante a Idade Média favoreceram a propagação de seus dogmas, superstições e opressão, e que a inteligência maior dos tempos modernos, a difusão geral do saber e a crescente liberalidade em matéria de religião, vedam o avivamento da intolerância e tirania. O próprio pensamento de que tal estado de coisas venha a existir nesta era esclarecida é ridicularizado.
É verdade que luz intelectual, moral e religiosa resplandece sobre esta geração. Das páginas abertas da Santa Palavra de Deus, tem-se derramado luz do Céu sobre o mundo. Mas cumpre lembrar que, quanto maior a luz concedida, maiores as trevas dos que a pervertem ou rejeitam. Uma época de grandes trevas intelectuais demonstrou-se favorável ao êxito do papado. Provar-se-á ainda que um tempo de grande luz intelectual é igualmente favorável a seu triunfo. Nos séculos antigos, quando os homens estavam sem a Palavra de Deus e sem conhecimento da verdade, seus olhos estavam vendados e milhares se enredavam, não vendo a cilada que lhes era armada sob as pés. Nesta geração, muitos há cujos olhos se tornam ofuscados pelo resplendor das especulações humanas "falsamente chamada Ciência", não percebem a rede e nela caem tão facilmente como se estivessem de olhos vendados.
Um estudo da Escritura Sagrada, feito com oração. mostraria aos protestantes o verdadeiro caráter do papado, e os faria aborrecê-lo e evitá-lo. Mas muitos são tão sábios em seu próprio conceito que não sentem necessidade de humildemente buscar a Deus para que possam ser levados à verdade. Posto que se orgulhando de sua ilustração, são ignorantes, tanto sobre as Escrituras como a respeito do poder de Deus. Precisam de algum meio de aquietar consciência. O que é um modo de esquecer a Deus, que passe por um modo de lembrar-se dEle. O papado está bem adaptado a satisfazer às necessidades de todos estes. Está preparado para as duas classes da humanidade, abrangendo o mundo quase todo: Os que desejam salvar-se pelos próprios méritos e os que desejam ser salvos em seus pecados. Eis aqui o segredo de seu poder.
(Leia O GRANDE CONFLITO)
A LEI DE DEUS - FOCO DA CONTROVÉRSIA

Desde o início do grande conflito no Céu, tem sido o intento de Satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o Criador; e, posto que fosse expulso do Céu, continuou a mesma luta na Terra. Enganar os homens, levando-os assim a transgredir a lei de Deus, é o objetivo que perseverantemente tem procurado atingir. Quer seja isto alcançado, podo de parte toda a lei, quer rejeitando um de seus preceitos, o resultado será finalmente o mesmo. Aquele que tropeçar "em um só ponto", manifesta desprezo pela lei toda: sua influência e exemplo estão do lado da transgressão; "culpado de todos". Tiago 2:10.
Procurando lançar o desprezo sobre os estatutos divinos, Satanás perverteu doutrinas da Escritura Sagrada, e assim se incorporaram erros na fé alimentada por milhares dos que professam crer nas Escrituras. O último grande conflito entre a verdade e o erro, não é senão a luta final da prolongada controvérsia à lei de Deus. Estamos agora a entrar nesta batalha - batalha entre leis dos homens e os preceitos de Jeová, entre a religião da Bíblia das fábulas e da tradição.
Rejeitando a verdade, os homens rejeitam o seu Autor. Conculcando a lei de Deus negam a autoridade do Legislador. É tão fácil fazer um ídolo de falsas doutrinas e teorias, como talhá-lo de madeira ou pedra. Para muitos, um ídolo filosófico é entronizado em lugar de Jeová, enquanto o Deus vivo, conforme revelado em Sua Palavra, em Cristo e nas obras da criação é adorado apenas por poucos. Milhares deificam a Natureza, enquanto negam o Deus da Natureza. Posto que de forma diversa, existe hoje a idolatria no mundo cristão, tão verdadeiramente como existiu entre o antigo Israel nos dias de Elias. O deus de muitos homens que se professam sábios, de filósofos, poetas, políticos, jornalistas; o deus dos seletos centros da moda, de muitos colégios e universidades, mesmo de algumas instituições teológicas, pouco melhor é do que Baal o deus-Sol da Fenícia.
Nenhum erro aceito pelo mundo cristão fere mais audaciosamente a autoridade do Céu, nenhum se opõe mais diretamente aos ditames da razão, nenhum é mais pernicioso em seus resultados do que a doutrina moderna, que tão rapidamente ganha terreno, de que a lei de Deus não mais vigora para a homens. Toda nação tem suas leis que impõem respeito e obediência; nenhum governo poderia existir sem elas; e pode-se conceber que o Criador dos Céus e da Terra não tenha lei para governar os seres que fez?
Seria muito mais razoável que as nações abolissem seus estatutos permitissem ao povo fazer o que lhe aprouvesse, do que o Governador do Universo anular Sua lei e deixar o mundo sem uma norma para condenar o culpado ou justificar o obediente. Qual seria o resultado de abolir a lei de Deus? Quando quer que os preceitos divinos sejam rejeitados, o pecado deixa de parecer repelente, ou a justiça desejada. Os que se recusam sujeitar-se ao governo de Deus, são de todo inaptos para governarem a si próprios. Ao mesmo tempo em que escarnecem da credulidade dos que obedecem aos preceitos de Deus as multidões avidamente aceitam os enganos de Satanás. Dão rédeas à concupiscência, e praticam os pecados que atraíram juízos sobre os ímpios.
"Seria muito mais razoável que as nações abolissem seus estatutos e permitissem ao povo fazer o que lhe aprouvesse, do que o Governador do Universo anular Sua lei e deixar o mundo sem uma norma para condenar o culpado ou justificar o obediente."
Os que ensinam o povo a considerar com leviandade os mandamentos de Deus, semeiam desobediência para colherem desobediência. Rejeitem-se completamente a restrição posta pela lei divina e as leis humanas logo serão desatendidas. Visto que Deus proíbe as práticas desonestas: a cobiça, a mentira, a fraude, os homens estão prontos a conculcar os Seus estatutos como estorvo à prosperidade mundana; não se dão conta, porém, dos resultados que adviriam de banir os preceitos divinos. Se a lei não estivesse em vigor, por que temer transgredi-la? A propriedade não mais estaria segura. Os homens obteriam pela violência as posses de seus semelhantes; e o mais forte se tornaria o mais rico. A própria vida não seria respeitada. O voto matrimonial não mais permaneceria como o baluarte sagrado para proteger a família. O que tivesse forças tomaria, se o quisesse, pela violência, a esposa de seu próximo. O quinto mandamento seria posto à parte, junto com o quarto. Filhos não recuariam de tirar a vida de seus pais se assim fazendo, pudessem satisfazer ao desejo do coração corrompido. O mundo civilizado se tornaria uma horda de salteadores e assassinos; e a paz, o descanso e a felicidade desapareceriam da Terra.
AS COMPORTAS DIABÓLICAS JÁ ESTÃO ABERTAS
A doutrina de que os homens estão isentos da obediência aos mandamentos de Deus já tem debilitado a força da obrigação moral, abrindo sobre o mundo as comportas da iniqüidade. Ilegalidade, dissipação e corrupção nos assoberbam qual maré esmagadora. Na família Satanás está em atividade. Sua bandeira tremula, mesmo nos lares que se professam cristãos. Há invejas, suspeitas, hipocrisias, separação, emulação, contenda, traição de santos legados, satisfação das paixões. Todo o conjunto dos princípios e doutrinas religiosas, deveriam constituir o fundamento e arcabouço da vida social, assemelha-se a uma massa vacilante, prestes à ruir. Os mais vis dos criminosos, quando lançados nas prisões pelas suas faltas, tornam-se freqüentemente recebedores dádivas e atenções como se houvessem alcançado invejável distinção. Dá-se grande publicidade a seu caráter e crimes. A imprensa publica as minúcias revoltantes do vício, iniciando desta maneira outros na prática da fraude, roubo, assassínio. O enfatuamento do vício, a criminalidade, o terrível aumento da intemperança e iniqüidade de toda sorte e grau, devem despertar todos os que temem a Deus para que investiguem o que se pode fazer a fim de suster a maré do mal.
"Qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um ponto, tornou-se culpado de todos." Epístola de Tiago 2:10
Agora que Satanás não mais pode conservar o mundo sob seu domínio, privando-o das Escrituras, recorre a outros meios para realizar o mesmo objetivo. Introduzindo a crença de que a lei de Deus não mais vigora, leva os homens à transgressão, de um modo tão eficaz como se fossem completamente ignorantes acerca de seus preceitos. Apegando-se ao erro papal da imortalidade natural e consciência do homem na morte, rejeitaram a única defesa contra os enganos do espiritismo. A doutrina do tormento eterno tem levado muitos a descrer na Escritura Sagrada. E hoje, como nos séculos passados, está a operar mediante a igreja a fim de favorecer os seus desígnios. As organizações religiosas da época têm recusado ouvir as verdades impopulares claramente apresentadas nas Escrituras, e, combatendo-as, adotaram interpretações e assumiram atitudes que têm espalhado largamente as sementes do cepticismo. E, ao insistir com o povo acerca das reivindicações do quarto mandamento, verifica-se que a observância do sábado do sétimo dia é ordenada; e, como único meio de livrar-se de um dever que não estão dispostos a cumprir, declaram muitos ensinadores populares que a lei de Deus não mais está em vigor. Repelem, assim, a lei e o sábado juntamente. À medida que se estende a obra da reforma do sábado, esta rejeição da lei divina para evitar as reivindicações do quarto mandamento se tornará quase universal. Os ensinos dos dirigentes religiosos abriram a porta à incredulidade, ao espiritismo e ao desdém para com a santa lei de Deus; e sobre esses dirigentes repousa a terrível responsabilidade pela iniqüidade que existe no mundo cristão.
Todavia esta mesma classe apresenta a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível, em grande parte, à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade. Insiste-se nisto especialmente na América do Norte, onde a doutrina do verdadeiro sábado tem sido mais amplamente pregada. Ali, a obra da temperança, uma das mais preeminentes e importantes das reformas morais, acha-se freqüentemente combinada com o movimento em favor do descanso dominical, e os defensores do último agem como se estivessem a trabalhar a fim de promover os mais elevados interesses da sociedade; e os que se recusam a unir-se a eles são denunciados como inimigos da temperança e reforma. Mas o fato de que o movimento para estabelecer o erro se encontra ligado a uma obra que, em si mesma, é boa, não é argumento a favor do erro. Podemos disfarçar o veneno misturando-o com o alimento saudável, mas não mudamos a sua natureza. Ao contrário, torna-se mais perigoso o veneno, visto ser mais fácil que ele seja tomado inadvertidamente. É um dos ardis de Satanás combinar com a falsidade precisamente uma porção suficiente de verdade para que lhe dê caráter plausível. Os dirigentes do movimento em favor do domingo podem advogar reformas que o povo necessita, princípios que se acham em harmonia com a Escritura Sagrada; contudo, enquanto houver com eles uma exigência contrária à lei de Deus, Seus servos não se lhes irão unir. Nada os pode justificar de pôr à parte os mandamentos de Deus, optando pelos preceitos dos homens.
DOIS GRANDES ERROS
Mediante os dois grandes erros, a imortalidade da alma e a santidade domingo, Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, conculcando os direitos da consciência.
Mediante os dois grandes erros, a imortalidade da alma e a santidade do domingo, Satanás há de enredar o povo em suas malhas.
A linha de separação entre cristãos professos e ímpios é agora dificilmente discernida. Os membros da igreja amam o que o mundo ama, e estão prontos para se unirem a ele; e Satanás está resolvido a uni-los em um só corpo, e assim fortalecer sua causa arrastando-os todos para as fileiras do espiritismo. Os romanistas, que se gloriam dos milagres como sinal certo da verdadeira igreja, serão facilmente enganados por este poder operador de prodígios; e os protestantes, tendo rejeitado o escudo da verdade, serão também iludidos. Romanistas, protestantes e mundanos juntamente aceitarão a forma de piedade, destituída de sua eficácia, e verão nesta aliança um grandioso movimento para a conversão do mundo e o começo do milênio há tanto esperado.
A Lei e a Graça

Indiscutivelmente, a salvação é só pela Graça. Pau-lo, o vibrante apóstolo, confirma em Efésios 2:8: “Por-que pela Graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.”
Porém, o grande equívoco reside numa falta de entendimento do texto de João. Veja você: se a GRAÇA existiu apenas a partir da vinda de Cristo a este mundo, que será dos patriarcas, profetas, os homens e mulheres que amavam a Deus no passado? E aqueles que anelavam a vinda do Messias? – Estarão perdidos?
O manso Moisés, por exemplo. Deus lhe deu a Lei no Monte Sinai e ele já está no Céu. Deus o ressuscitou e o levou para junto de Si (Ver Judas 9; Mateus 17:1-4). Eu lhe pergunto: Moisés foi salvo pela LEI ou pela GRAÇA? Ora, se ensinam que a GRAÇA só existiu quando Jesus veio, então este grande Patriarca e seus amigos protagonistas do Velho Testamento foram salvos pelas obras da Lei.
Este é um pensamento lógico, não acha? Afinal, o ensino vulgar é que Jesus aboliu a Lei e estabeleceu a Graça. Porém, isto é uma interpretação equivocada. Aceitar assim, será admitir a contradição bíblica, o que jamais pode acontecer, pois o Espírito Santo não erra.
Por outro lado, haveria duas classes de santos no Céu. Um grupo salvo por méritos próprios e outro redimido pelo sacrifício de Cristo na Cruz do Calvário.
Isto é contrário à Bíblia!
ENTÃO A GRAÇA ANTECEDE O
NASCIMENTO DE CRISTO NA TERRA?
Oh, sim! A Graça é uma dádiva que Deus nos deu, como afirma Paulo: “... antes dos tempos dos séculos... desde tempos eternos.” II Timóteo 1:9; Romanos 16:25. Por isso João garante que Jesus foi morto “desde a fundação do mundo.” Apocalipse 13:8.
Amados, a Graça e a Lei não se conflitam. Elas subsistiram juntas por milênios, e juntas co-existirão enquanto houver pecadores. A Lei revelando o pecado, e a Graça trazendo o remédio para o pecado. Lembram-se? Paulo disse: “Onde não há Lei, também não há pecado.” Romanos 4:15. Esta é a única função da Lei – apontar o pecado.
Assim sendo, antes ou depois do nascimento de Cristo, a salvação foi e é unicamente pela Graça, e isto é patenteado com a chancela paulina: “Porque a GRAÇA de Deus se há manifestado, trazendo salvação a TODOS os homens.” Tito 2:11.
Sabe, a Graça era plano de Cristo antes mesmo da queda de Adão e a primeira referência que temos como revelação escrita está em Gênesis 3:15. Ali está a promessa de que Jesus viria como Salvador e, a partir daí, os que creram passaram a esperá-Lo pela fé.
Rigorosamente, o maior exemplo de salvação pela Graça, mediante a fé em Cristo, foi Jó. Disse ele: “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra.” Jó 19:25.
Agora, diga-me: Qual o conflito entre Lei e Graça? Nenhum! Ambas, LEI e GRAÇA, têm uma finalidade. Elas realizam seus papéis. Uma não cancela a outra, nem interfere em sua função. A Lei mostra o pecado na vida do ser humano. Quando este se arrepende e abandona o pecado é salvo pela Graça. Quando a Graça realiza o seu papel: JUSTIFICAR o pecador, não invalida o ministério da Lei, que continuará a revelar o pecado até o retorno de Cristo, quando então e só então, o pecado será erradicado.
Viu?! A Graça não exclui o homem de guardar a Lei. Elas andam juntas, irmanadas, cumprindo cada qual sua missão específica.
Há outro fato singular na Bíblia, onde é mencionado que os remidos entoarão o cântico de Moisés e do Cordeiro (Apocalipse 15:3). Por que não é o cântico de João, Pedro ou Paulo? Afinal, foram estes os grandes baluartes do Novo Testamento! Sabe por que não é?
Porque é o cântico da LEI (Moisés) e da GRAÇA (Cordeiro). E isto é a realidade de que estarão sempre juntas. O Sangue de Jesus é o
único meio de salvação; e a Lei eternamente será o padrão de conduta, e a norma do Juízo Divino.
DIZEM QUE OS QUE GUARDAM A LEI MORAL SÃO UMA SEITA HERÉTICA! É VERDADE?
Não! Não é verdade! Este é um problema antigo! Todos os que desejam fazer a vontade de Cristo integralmente, com sinceridade, sem reservas, padecerão perseguições. Foi o que ocorreu ao longo dos milênios, iniciando com o primeiro mártir, Abel, no Éden.
O que acontece com as pessoas que afirmam isso é uma profunda falta de compreensão dos textos bíblicos. Ora, Jesus afirmou: “Até que o Céu e a Terra passem, nem um JOTA ou um TIL, se omitirá da Lei, sem que tudo seja cumprido.” Mateus 5:18.
Por favor, olhe para o Céu. Pise na terra! Estão no mesmo lugar? Então, a Lei de Deus está em vigor, exatamente como a deu no Monte Sinai para guiar Seu povo. Se você diz pertencer ao povo de Deus, deve reconsiderar isto com carinho.
Outrossim, observe o que disse Paulo, o decidido apóstolo:
“Mas confesso-te isto: que, conforme aquele caminho que chamam SEITA, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na Lei e nos profetas...” Atos 24:14.
Percebeu? Esse querido apóstolo foi sincero ao afirmar que pertencia à SEITA cujos membros observavam a Lei de Deus, como ele mesmo fazia.
Não é muito claro? Portanto, orgulhe-se se um dia vier pertencer à SEITA do insígne irmão Paulo de Tarso, a “seita” que guarda os DEZ MANDAMENTOS. Chamam-na SEITA, mas ela é a Igreja do Deus vivo.
BEM... ENTÃO ESTAMOS TRANSGREDINDO A LEI DE DEUS?
Sem dúvida! A Lei Moral é composta de DEZ PRECEITOS. Muitos porém, obedecem apenas a nove mandamentos e pensam que está cor-reto. O SÁBADO (o grande mandamento esquecido) faz parte da imutável Lei de Deus. O Criador não o aboliu, não o transgrediu, nem o mudou. Portanto você deve considerar a solenidade desta Escritura, decidindo observar este preceito santo.
Nunca esqueça: na matemática do Céu 10–1 = 0, conforme a-firma Tiago, no seu livro cap. 2:10. Lembre-se também do que disse João, o apóstolo do amor:
“Pecado é a transgressão da Lei.” I. S. João 3:4.
A Lei de Deus

A LEI DE DEUS FOI CRAVADA NA CRUZ!
A LEI É DESGRAÇA E MALDIÇÃO!!
Ah, precioso irmão, como estão equivocados os que afirmam isso! Imagine a Terra sem Lei? Seria uma anarquia generalizada. O caos total. Voltaríamos à época em que o mais forte dominava.
“A lei obedecida protege. A Lei transgredida condena”. Portanto, Lei é essencial. Sem justiça não há democracia. Sem Lei não há justiça. Oh, que jamais seja a Lei abolida na Terra para que os povos vivam em paz e harmonia. Imagine um cruzamento sem o sinal de trânsito! Confesse: Não seria uma loucura? Claro que sim!
Se os países, estados, municípios e reinos têm Lei, seria demais que Deus tivesse uma Lei para reger o Seu povo? É impossível viver sem Lei. E o povo que ostenta o Nome de Deus também é governado por uma Lei “santa, justa e boa.” Rom. 7:12,16. Esta lei é a única parte não inspirada da Escritura, porque Deus mesmo a escreveu. (Êxo. 31:18).
POR QUE DEUS PRECISA DE UMA LEI?
1º Para legalizar Seu Reino, estabelecendo democraticamente direitos e obrigações.
2º Para aferir o comportamento de Seu povo no relaciona- mento que deseja entreter conosco.
3º Para proteger-nos contra o pecado.
QUAL A FUNÇÃO ESPECÍFICA DA LEI?
É um padrão ético, moral e espiritual. A Lei é como um espelho. Ela mostra onde está sujo em nós. Ouça:
“Porque pela Lei vem o conhecimento do pecado... Porque onde não há Lei, também não há transgressão... O pecado não é imputado não havendo Lei.”
– Romanos 3:20; 4:15; 5:13.
Entendeu, este é o parâmetro da amizade Divina!
MAS... O HOMEM NÃO PODE DETERMINAR
O QUE É CERTO E O QUE É ERRADO?
É muito difícil! Mesmo uma pessoa boa e honesta às vezes se engana. É comum arranjar boas desculpas para quem se ama, preza ou admira, e condenar quem não se aprecia. É como diz o ditado: “Aos amigos, as atenuantes da Lei; aos inimigos, as agravantes.”
Veja o que o professor Fletcher disse a um grupo de jovens:
“...violentar uma mulher, incesto, ou qualquer outro desequilíbrio sexual; transgredir o primeiro mandamento por ter algum outro deus, ou negar o Senhor, nem sempre, e não necessariamente, é errado... quando a situação é correta, qualquer desses comporta-mentos é moralmente correto.” – Chistianity Today, 08/10/65.
Percebeu? Deixasse Deus a critério dos homens determinar quais situações são corretas; se Ele não estabelecesse um padrão do que é certo ou errado, os “professores” surgiriam para justificar o pecado, abonar todo o mal, adaptando-o às circunstâncias, porque é muito fácil e bem cômodo criar pretextos para o que não se deseja obedecer.
O ser humano não é um bom juiz do que é certo ou errado, por isso disse Salomão: “Há caminhos que parecem direitos ao homem, mas ao final são caminhos de morte.” – Provérbios 16:25.
Há perigo de que os “professores” ensinem que o único padrão para o certo e o errado – OS DEZ MANDAMENTOS – foi abolido, não está mais em vigor, ou que é impossível de se observar. Incontestavelmente, remover esse padrão Divino da Bíblia é abrir a porta para o caos.
A LEI EXISTIU ANTES DO PECADO?
Sim! Venha, vamos ao Jardim do Éden. Ali está o santo par. Adão e Eva. Tudo é lindo e maravilhoso. No centro do Jardim Deus colocou duas árvores. Depois, com carinho esclareceu: “Mas, da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás: porque no dia em que dela comeres, CERTAMENTE MORRERÁS.” – Gênesis 2:17.
A Lei (isto é: a vontade de Deus revelada e expressa) estava simbolizada naquela árvore. Tocá-la ou não, revelaria a conduta do casal no relacionamento de amor e gratidão entre eles e Deus. Lamen-tavel-mente Adão e Eva desobedeceram e pecaram. Por isso diz Paulo: “... por um homem entrou o pecado no mundo.” – Romanos 5:12.
E ANTES DO SINAI, COMO ERA A LEI?
Transmitida oralmente de pai para filho através do culto familiar. Ouça: “... a Lei do Senhor esteja em tua boca.” – Êxodo 13:9.
Lembra-se do que disse José à mulher de Potifar, capitão de Faraó?: “Ninguém é maior do que eu nesta casa, e nenhuma coisa me vedou senão a ti, porquanto tu és sua mulher; como faria eu tamanho mal, e PECARIA contra Deus?” – Gênesis 39:9.
Da mesma forma, Tamar, a nora de Judá, filho de Jacó, foi acusada de ADULTÉRIO. Gênesis 38:24. Como vê, estes fiéis do remoto passado sabiam que adultério é a quebra do sétimo mandamento da Lei Moral. Aprenderam isto de seus pais, no lar.
E NO MONTE SINAI, O QUE ACONTECEU?
Deus achou por bem patentear a Sua soberana vontade em tábuas de pedra para ser o padrão máximo da ética moral e cristã.
Para impressionar Seu povo do passado, deixou-o ver o Monte Sinai estremecendo em fogo, diante do ribombar dos tremendos e aterradores canhões da natureza, enquanto escrevia com Seu próprio dedo os DEZ MANDAMENTOS. Para o Seu povo do presente, deixou escrito através dos milênios esse acontecimento, para ficar patente que Sua Lei permanecerá até o último dia como norma para todos que desejam fazer a Sua vontade.
MAS, O QUE É LEI MORAL E LEI CERIMONIAL?
A perpétua LEI MORAL trata do caráter, da moralidade em nossa convivência amorosa – nós e Deus. São Dez Preceitos que incluem tudo o que imaginamos deve existir nas relações divino-humanas, direta ou indiretamente. Êxodo 20:3-17.
A transitória LEI CERIMONIAL era o evangelho em figura, um sistema religioso provisório para o povo de Deus. Consistia de um ritual solene, horrível, sem dúvida; e marcante – o sacrifício de animais. Afinal de contas, nenhum ser humano tem prazer em matar um animalzinho inocente e indefeso, ainda mais se compreender que aquele crime hediondo era por causa dos seus pecados. Levíticos 23:4-44.
A intenção de Deus ao criar o Sistema Sacrifical, que foi o centro da Lei Cerimonial, era que as pessoas se impressionassem a ponto de sentir aversão ao pecado (o pecado gera a morte), fato que lamen-tavelmente se tornou raro.
Aquele cordeirinho morto em cada sacrifício pelo sacerdote, era uma representação de Jesus. Não disse João que Jesus “é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo?” – João 1:29.
Assim sendo, com absoluta exatidão, quando Cristo morreu na Cruz, a vigência provisória da Lei Cerimonial findou. Jesus é o Antítipo, ela era um tipo, a sombra que encontrou na Cruz o cumprimento (Efésios 2:15; Colossensses 2:14).
Infelizmente os religiosos daquele tempo, que viviam na Palestina, persistiam em continuar com os sacrifícios e o cerimonialismo. Porém, com a destruição do Templo de Herodes em Jerusalém (70 d.C.) pelas falanges romanas, foi sepultado para sempre aquele sistema religioso que foi preciso antes; porém, completamente desnecessário após a morte de Jesus.
OUÇA COM CARINHO!
O pecado cobrou tudo que podia cobrar! Jesus pagou tudo que devia pagar. O pecado exigiu tudo, Jesus deu tudo que foi exigido. Doou a Sua vida, por amor, só por amor. Contudo, o amor não substitui a obediência (Fil. 2:8). Se Jesus quisesse, não sofreria a crueldade dos Seus inimigos nem seria pregado na Cruz. Bastaria alterar Sua Lei ou adaptá-la de alguma forma, isentando-O da penalidade dela. A força do relato bíblico “a alma que pecar, essa morrerá” (Eze. 18:4), perderia a razão de ser e Jesus não precisaria morrer.
Por isso, se você compreender o amor de Cristo em morrer no seu lugar, com prazer aceitará obedecê-Lo e guardar Sua Lei. Quem ama, não questiona, obedece! Amor com amor se paga.
Então, não esqueça o que Jesus afirmou:
“Se Me amardes guardareis os Meus mandamentos.”
(João 14:15).
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica

18 de Novembro de 2008
A Igreja Católica pretende que a observância do domingo seja inserida como parte das leis da União Europeia (UE). O Parlamento Europeu está debatendo as alterações a serem efetuados nas suas diretrizes sobre a jornada de trabalho. O Vaticano quer incluir uma cláusula em que esta lei obriga todos os cidadãos da União Europeia a descansar no domingo.
A Lei Diretiva sobre Tempo de Trabalho (EU Woring Time Directive), é um documento legislativo horrivelmente socialista, que presentemente declara como ilegal aos trabalhadores da UE laborarem mais de 48 horas semanais, com algumas exceções. Os trabalhadores do Reino Unido (Inglaterra) podem optar a não se sujeitarem nestas previsões.
A lei se encontra em fase de revisão. Durante sua segunda leitura, em Outubro, sete Membros do Parlamento Europeu (Veja o Independent Catholic News) entabularam uma emenda que dizendo que o período mínimo de descanso “deve em princípio incluir o domingo". A Comissão da Conferência de Bispos da Comunidade Européia (COMECE por sua sigla en Inglês), cuja sede está em Bruxelas, concorda, recomendando que a directriz laboral deve dizer “o descanso semanal mínimo deve incluir o domingo”. [Veja a notícia no Servizio Informazione Religiosa (SIR) ]
A emenda declarava que “as probabilidades de adoecer-se nas empresas que requerem a seus empregados trabalhar aos domingos é maior que nas companhias que não requerem a seus empregados trabalhar aos domingos. A saúde dos trabalhadores depende, entre outros fatores, de suas oportunidades de balancear o trabalho e a vida familiar, estabelecer e manter laços sociais e atender a suas necessidades espirituais. O domingo, como dia tradicional de descanso semanal, contribui para estes objetivos mais que qualquer outro dia da semana.”
A emenda nunca foi levada a votação, gerando crítica dos Bispos Católicos por toda Europa. Piotr Mazurkiewicz, secretário geral da COMECE, estava exasperado [Leia a noticia em The Parliament]. A proteção ao domingo, disse, “é pedra angular do modelo social europeu e um assunto de importância central para os obreiros e suas famílias.”
A lei referente às Diretrizes Sobre Jornada Laboral será discutida novamente em Dezembro [2008], e os Bispos Católicos da Europa querem que este assunto seja considerado.
O papa tem sido um forte defensor do reavivamento da observância do domingo. “Sem o domingo [descanso e adoração] não podemos viver!" declarou o Papa Bento XVI em uma missa em 9 de Setembro do ano passado, declarando que o domingo é uma “necessidade” para todo o mundo”. [Veja o artigo El Descanso Dominical una "Necesidad" para Todos].
A perspectiva de um governo Europeu tão poderoso que possa declarar um dia específico como dia de repouso é algo que dá medo. Isto resultaria em uma UE disposta e com o poder para estabelecer mudanças no estilo de vida de seus súditos, gostem eles ou não. Resultaria em uma Europa que estabeleceria uma religião estatal no Catolicismo. O estabelecimento do descanso dominical seria a marca de um poderoso superpoder europeu aliado com o Vaticano.
Fonte - The Trumpet
Nota DDP:
Gostaria apenas de fazer uma ressalva, uma vez que o texto, para os que entendem um pouco de profecia, é auto-explicativo: Este artigo não é de lavra de adventistas do sétimo dia, muito embora quem o elaborou seja uma igreja sabatista ("Philadelphia Church of God").
Realizada esta ressalva e, a de que eles estão com medo de um domínio romano sendo imposto a partir do local errado (a UE quando o foco deveriam ser os EUA), temos uma nuance muito clara, até mesmo pelas fontes que embasam o artigo, que outros grupos começam a perceber as realidades que se descotinam.
No mais, por repetir algo já postado neste espaço, reiteramos mais uma vez a notícia que embasa todo este artigo, "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".
Maranata.
fonte: Diário da Profecia
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Vaticano e Brasil assinam acordo jurídico sobre Igreja Católica
O Vaticano e o Brasil assinaram hoje um acordo que regulamentará aspectos jurídicos da Igreja Católica no país. O acordo foi assinado durante a visita realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao papa Bento 16.
O núncio apostólico no Brasil, Lorenzo Baldisseri, disse à "Rádio Vaticana" que o acordo defende "a personalidade jurídica da igreja para o pleno desenvolvimento de sua missão apostólica e pastoral".
A assinatura do estatuto aconteceu no Palácio Apostólico, pouco depois da reunião entre Bento 16 e Lula.
Ao protocolar a assinatura, estavam presentes Lula, o secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone; e os ministros de Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, e o da Santa Sé, Dominique Mamberti.
Embora o papa não estivesse presente durante o ato, durante a audiência com Lula, Bento 16 expressou seu agradecimento ao presidente brasileiro pelo acordo que seria assinado pouco depois.
O Vaticano anunciou que não serão divulgados detalhes do estatuto jurídico assinado hoje, que, segundo fontes brasileiras, inclui "aspectos relativos à liberdade de credos e ao ensino religioso nas escolas públicas".
Fonte - BOL
Nota DDP: Por que será que é feito em secreto, hein?
O núncio apostólico no Brasil, Lorenzo Baldisseri, disse à "Rádio Vaticana" que o acordo defende "a personalidade jurídica da igreja para o pleno desenvolvimento de sua missão apostólica e pastoral".
A assinatura do estatuto aconteceu no Palácio Apostólico, pouco depois da reunião entre Bento 16 e Lula.
Ao protocolar a assinatura, estavam presentes Lula, o secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone; e os ministros de Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, e o da Santa Sé, Dominique Mamberti.
Embora o papa não estivesse presente durante o ato, durante a audiência com Lula, Bento 16 expressou seu agradecimento ao presidente brasileiro pelo acordo que seria assinado pouco depois.
O Vaticano anunciou que não serão divulgados detalhes do estatuto jurídico assinado hoje, que, segundo fontes brasileiras, inclui "aspectos relativos à liberdade de credos e ao ensino religioso nas escolas públicas".
Fonte - BOL
Nota DDP: Por que será que é feito em secreto, hein?
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